“Todas as famílias felizes se parecem; cada família infeliz é infeliz à sua maneira.”
03/11/2013
30/10/2013
Agora
27/10/2013
25/10/2013
Isento
24/10/2013
23/10/2013
Ser aceite
21/10/2013
Solidariedade
19/10/2013
Política é isto...
18/10/2013
Orçamento de Estado
17/10/2013
15/10/2013
12/10/2013
Portugal emocional
Pepe e Cristiano Ronaldo não jogam na próxima terca-feira contra o Luxemburgo. Não jogam porque ambos viram cartões amarelos completamente evitáveis. Ronaldo, porque não concordou com a decisão do árbitro e pontapeou a bola, qual menino zangado. Pepe não se aguentou e deu um encosto a mais com o jogo parado. São jogadores de top, dos melhores do mundo, sem dúvida. Onde fica a sua preparação mental? Serão preparados para gerir emocionalmente estas situações? Erik, imagina que a minha reacção é idêntica lá no open space onde trabalho!!!
11/10/2013
Mudança
08/10/2013
Mandar
05/10/2013
Flexibilidade, ou falta dela
Erik, ora repara: ele diz-se flexível, disponível para mudar, para aprender, e diz, simultaneamente, que em determinado assunto não irá prescindir da sua opinião, que dali não irá sair, nem por um bocadinho. Até pode ouvir outras opiniões , mas dali não irá sair. E acrescenta: por nada deste mundo. Então, mas em que ficamos?! Claro que todos, sem excepção, têm determinados assuntos - talvez em questão de valores - em que são bastante menos flexíveis. No entanto (e perdoa-me, Erik, a inflexibilidade) não consigo entender qual a mais valia de deixar esta situação expressa antes de uma reunião de trabalho onde se pretende discutir, analisar e fechar, nem mais nem menos, do que a dita questão. São novos paradigmas que nos fazem crescer, é um facto, mas há algumas situações que, mesmo que desafiantes, nos desgastam mais, nos tiram mais energia. Que tenha a energia para crescer!
24/09/2013
Confusão de chefe
Está tudo calmo com a equipa, coisa que lhe faz confusão. Não pode ser, assim está bem demais. Conforto a mais. Os resultados até estão acima do previsto, mas para este "chefe" (define-se, sem surpresa, como líder) na confusão é que a equipa cresce (tem, de facto, uma pitada de razão, na medida em que todos precisamos de sair da nossa zona de conforto para evoluirmos); o importante é que as pessoas não se sintam demasiado bem. Ah, andam todos muito sorridentes, tenho de lançar a confusão - ouve-se, não raras vezes, da boca deste suposto líder (chefe, porra! - só chefe, mas não percebe). E assim vai a coisa!
21/09/2013
As pessoas...
17/09/2013
A verdade importa menos do que o que fazes com ela
O matemático Benoit Mandelbrot colocou uma questão aparentemente simples: "Quão longa é a costa britânica?
A resposta depende da forma de medição. A distância será muito menor se voar de uma ponta à outra, do que se conduzir pelas estradas que seguem o contorno da ilha. A estrada conta uma distância menor do que se percorrer a pé a fronteira da costa. Uma lagarta que percorra cada rocha de cada praia ainda fará uma distância maior! À medida que a formas de medição vão diminuindo, a linha de costa vai aumentando, e não conseguimos obter uma resposta “mais verdadeira” do que outra à questão: quanto mede a costa britânica?
Mas... a distância da costa britânica não tem importância. O que importa é o significado. Porque o significado é onde a ação está.
Por exemplo, veja esta história:
Aquela casa pequena conta que aquele é o máximo tamanho que esta família pode suportar. Uma sala cheia de brinquedos espalhados pelo chão mostra vidas fora de controlo. O mobiliário espartano fala por si. A roupa estendida no varal murmura pobreza. O odor a alho grita classe baixa.
OU
O tamanho da casa conta prudência financeira. Os brinquedos no chão defendem que esta é uma família centrada nas crianças. A sala de estar ampla declara que eles não valorizam coisas, mas pessoas. As roupas no varal sorriem conforto e despretensão. O cheiro a alho acrescenta o gosto por comer e cozinhar bem.
Ambos os parágrafos descrevem a mesma verdade. A casa é a mesma, mas isso não é importante. O que importa é a interpretação. É isto que diferencia os dois parágrafos.
Noutras palavras, como o Erich Heller afirmou "Tem cuidado com a forma como interpretas o mundo: ele é assim."
A ideia que os factos falam por si – interpreta-me sem interpretações -, é uma enorme tolice.
E então? Gadamer defende que compreendemos algo quando conseguimos aplicar à nossa situação presente. Em outras palavras, compreendemos, utilizando a informação.
A primeira interpretação sobre a casa podia ter sido feita por um vendedor de imobiliário. A outra interpretação traz informação que concerne a uma potencial venda de brinquedos, a oportunidades de investimento prudente, a boa comida.
Esta busca de valor dá um novo enquadramento à questão: "Quão longa é a costa britânica?
Daí podemos perguntar: Porque perguntas? Se queres sobrevoá-la, a melhor resposta é uma, se queres conduzir pela mesma, a melhor resposta é outra.
Conclusão, medimos o valor de uma teoria com as suas consequências práticas, e isso tem um papel fulcral no significado atribuído.
Tad Waddington, CEO e autor premiado, colabora no site Psychology today.
Por vezes é menos fácil explicar o que é Programação Neurolinguística. Este excerto* do livro de Tad Waddington está relacionado com uma das valências o estudo da PNL permite: o aumento da consciência. Pode imaginar como seria se percebesse e sentisse que a verdade é mesmo aquilo que quiser que seja?
A próxima certificação em PNL é em Outubro de 2013, no Porto. A seguinte será em Janeiro, em Lisboa. Saiba mais aqui.
*Excerto do livro “Lasting Contribution: How to Think, Plan, and Act to Accomplish Meaningful Work” por Tad Waddington, publicado no site http://www.psychologytoday.com
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Daqui: http://www.lifetraining.com.pt/pt/noticias-e-artigos/artigos/a-verdade-importa-menos-do-que-o-que-fazes-com-ela.html